domingo, outubro 21, 2007

Como descascar uma romã

Foto: não foi possível identificar o autor

Estamos na época da romã, esse fruto dos deuses, que na antiguidade se associava a rituais de fertilidade, riqueza e fartura, como se pode ler num artigo da Visão Sete desta semana.

Esse mesmo artigo termina com a seguinte frase:
- Não é fácil de descascar, mas vale bem a pena o esforço…

Ora bem, este tipo de frase abunda na Net, em tudo o que se refere a este fruto, daí eu resolver que é a hora de compartilhar convosco como se descasca uma romã em pouco mais de um minuto.

1 - Lava-se a romã e corta-se a coroa;
2 - Corta-se ao meio como se fosse uma laranja para espremer;
3 - Coloca-se cada metade na mão esquerda (se não for esquerdino/a) com os bagos virados para baixo, sobre uma taça para onde vão cair os ditos;
4 - Com uma colher de pau, bate-se energicamente por toda a casca, sem medo porque não ofende os bagos, e ao fim de alguns segundos estes começam a cair por entre os dedos.

Depois digam-me qualquer coisinha.

sábado, outubro 20, 2007

Rio das Flores

Rio das Flores será a próxima obra que vou ler. As histórias e o estilo de escrita do Miguel Sousa Tavares, em particular a de Equador, fazem-me lembrar uma feliz união entre o género Eça de Queiroz e o dos escritores sul-americanos como Gabriel Garcia Marquez e Isabel Allende.

Segundo consta, MST levou 3 anos em pesquisas históricas e visitas a locais em que o romance se desenrola e neste último ano não viajou para terminar este livro com 600 páginas.

A história é um enredo de paixões, amores, tradições e amor à terra e engloba três gerações da mesma família, na mesma casa. Desenrola-se no século XX e abrange 30 anos de história, tendo como cenário o Alentejo, Espanha e Brasil.

Está mesmo quase a chegar.

terça-feira, outubro 16, 2007

Homem. Às vezes...

- Vim aqui só para lhe dizer que nunca mais cá venho.

- Porquê? Algum problema para não vir?

- Não. Não virei porque não me apetece.




"Às vezes é bom acreditar na evolução e pensar que o homem ainda não está concluído."

John M. Henry