quinta-feira, outubro 09, 2008
Watch closely now
With one more look at you
I could learn to tame the clouds
And let the sun shine through
Leave a troubled past and I might start anew
I'll solve the mysteries if you're the prize
Refresh these tired eyes
With one more look at you
I might overcome the anger
That I learned to know
Find a piece of mind
I lost so long ago
Your gentle touch has made me strong again
And I belong again
For when you look at me
I'm everything and more that
I had dreamed I'd be
My spirit feels a promise
I won't be alone
We'll love and live more
Love and live forever
With one more look at you
I'd learn to change the stars
And change our fortunes too
I'd have the constellations paint your portrait too
So all the world might share this wonderous sight
The world could end each night
With one more look at you
With one more look at you
I want one more look at you
Are you watching me now?
Watch closely now
Your eyes are like fingers
Touching my body
Arousing me so
I'm riding the passion arising inside me
How high can I go?
You're coming with me
I'm gonna show you how
And when it's scary,
I won't look down
Are you watching me now?
Watch closely now
I see the hunger arise in your eyes
And it's urging me on
Higher and harder and it's faster and farther
Than I've ever gone
Your pleasure is part of the secret
Of flight that I found
When I feel like an eagle
My soul has no place on the ground
Born out of madness
I'll double the danger with no net at all,
If you don't look away
I'm secure in the fact that you won't let me fall
Watch closely now
Are you watching me now?
I'm the master magician
Who'll help you escape
From the lies you've been told
When they're breaking your back
Bring the last straw to me
I turn straw into glod
I break chains made of boredom that others have lived with for years
I leave good news on doorsteps
And laughs where there used to be tears
I'm gonna need you later
When you're not around
But I can take it
I won't look down
Watch closely now
Are you watching me now?
Watch me now
Are you watching me now?
Are you watching me now?
segunda-feira, outubro 06, 2008
"Migas" ou a paragem no tempo

Partindo de uma converseta, daquelas em que se diz: «Olha lá! E se fizessemos...», fui a correr fazer aquilo que achei ser uma óptima ideia e nasceu "Migas", baptizada pela Summer que, tão gentilmente, me deixou estas palavras.
/me blushing.
Orgulhosa que estou na nossa aldeia medieval de Portucalis, resolvi deixar aqui mais umas pics da obra, construida por mim e pelos amigos e vizinhos de sempre: IB, Tary, Tik, Maggie e se foram mais alguns, peço desculpa por não me lembrar.
/me blushing.
Orgulhosa que estou na nossa aldeia medieval de Portucalis, resolvi deixar aqui mais umas pics da obra, construida por mim e pelos amigos e vizinhos de sempre: IB, Tary, Tik, Maggie e se foram mais alguns, peço desculpa por não me lembrar.

O bolo sobre a mesa é um bolo de passas, acabadinho de fazer :-)
O prato é uma réplica fiel da loiça do Cavalinho da nossa fábrica de louça de Sacavém.

Aqui ficam os banhos públicos e a selha para lavagem da roupa
sábado, outubro 04, 2008
Lissabon to Berlim - Diário gráfico da Camila

A Camila foi para Berlim e, como diz a Joana, vai-nos deixando acompanhar esta vida Berlinense através dos seus olhos, sempre atentos à alma das coisas, dos sítios, das pessoas.
«Não sei outro nome que designe as cervejarias características de Berlim que não o da cerveja 'Schultheiss'... » (ler mais a q u i)
Imagem: Camila Reis
quinta-feira, setembro 25, 2008
A forma mais linda de escrever as coisas

Mais uma vez delirei com os escritos da Gracinha; o texto, a forma simples, mas linda, de dizer as coisas, o tema 'a nossa Meia Praia', enfim, um 'não sei o quê' que me pôs verdadeiramente bem disposta.
Não deixem de ler!
Está aqui.
Foto: Sueste por June
domingo, setembro 14, 2008
A Casa Amarela
sábado, setembro 13, 2008
AS PRAGAS DE ALVOR

Até por volta dos anos 50, os alvoreiros, nomeadamente, as famílias que viviam da faina da pesca, quando zangados com alguém, agrediam-se verbalmente, trocando entre si as célebres “Pragas de Alvor”. Deixo aqui algumas das mais conhecidas:
1. Ah maldeçoade! Que tevesses uma dor de barriga tã grande, tã grande, que te desse pra correr, que cande más corresses más te doesse e que cande parasses arrebentasses.
2. Ah maldeçoade, havias de ter uma doença tã grande, tão grande, ca água do mar transfermada em tinta na desse pa escrever o nome dela.
3. Oh maldeçoade, só queria que tevesses sem um tostão ferade na alzebêra, que visses uma cartêra cheia de notas caída na rua e quando te fosses abaixar pr’á apanhar te caísse a tampa do peito.
4. Oh maldeçoade havia de te crescer um par de cornos tão grandes e tão pequenos, que dois cucos a cantarem, cada um na sua ponta, não se ouvissem um ao outro.
5. Amaldeçoade môce, havia de te dar uma dor tã grande, tã grande, que só te passasse com o sumo de pedra.
6. Havias de ter uma fome tã grande ou tã pequena, que cabessem os alcatruzes todos que tem o mar dentro da tua barriga.
7. Ah moça marafada, havias de apanhar tante sol, tante sol, que t’aderretesses toda e fosse preciso apanhar-te às colheres como a banha.
8. Que te desse uma traçã no beraco desse cu, que tevesses sem cagar oito dias e quando cagasses só cagasses figos de pita inteiros.
9. Ah marafada, havias de fecar tão magra, tão magra, que passasses po beraco duma agulha de braços abertos.
10. Ah maldeçoada, havia de te dar uma dor tã fina, tã fina, que ficasses enrolada que nem um carro de linhas.
11. Havia de lhe dar uma febre tã grande, e tão pequena, que lhe derretesse a fevela do cinte e os betons da farda.
12. Permita Dês que toda a comida que hoje quemeres, amanhã a vás cagar ao cemitério já de olhos fechados.
13. Oh maldeçoado moce, havias de ter uma dor tã grande, tã grande, que te desse p’andar. Mas que andasses tante, tante, que gastasses as pernas até aos joelhes.
1. Ah maldeçoade! Que tevesses uma dor de barriga tã grande, tã grande, que te desse pra correr, que cande más corresses más te doesse e que cande parasses arrebentasses.
2. Ah maldeçoade, havias de ter uma doença tã grande, tão grande, ca água do mar transfermada em tinta na desse pa escrever o nome dela.
3. Oh maldeçoade, só queria que tevesses sem um tostão ferade na alzebêra, que visses uma cartêra cheia de notas caída na rua e quando te fosses abaixar pr’á apanhar te caísse a tampa do peito.
4. Oh maldeçoade havia de te crescer um par de cornos tão grandes e tão pequenos, que dois cucos a cantarem, cada um na sua ponta, não se ouvissem um ao outro.
5. Amaldeçoade môce, havia de te dar uma dor tã grande, tã grande, que só te passasse com o sumo de pedra.
6. Havias de ter uma fome tã grande ou tã pequena, que cabessem os alcatruzes todos que tem o mar dentro da tua barriga.
7. Ah moça marafada, havias de apanhar tante sol, tante sol, que t’aderretesses toda e fosse preciso apanhar-te às colheres como a banha.
8. Que te desse uma traçã no beraco desse cu, que tevesses sem cagar oito dias e quando cagasses só cagasses figos de pita inteiros.
9. Ah marafada, havias de fecar tão magra, tão magra, que passasses po beraco duma agulha de braços abertos.
10. Ah maldeçoada, havia de te dar uma dor tã fina, tã fina, que ficasses enrolada que nem um carro de linhas.
11. Havia de lhe dar uma febre tã grande, e tão pequena, que lhe derretesse a fevela do cinte e os betons da farda.
12. Permita Dês que toda a comida que hoje quemeres, amanhã a vás cagar ao cemitério já de olhos fechados.
13. Oh maldeçoado moce, havias de ter uma dor tã grande, tã grande, que te desse p’andar. Mas que andasses tante, tante, que gastasses as pernas até aos joelhes.
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